5 de jan de 2016

Melhor piada de português de 2016: Curva perigosa à direita

No velório  de Manoel Joaquim da Silva, português de Braga, torcedor roxo do Benfica, um velho amigo parecia não acreditar na morte do reconhecido dono de padaria, popular em todo o bairro.

Em sua vez de cumprimentar a viúva, o amigo do defunto perguntou:

- Ora pois, meus pesares Dona Maria, mas perdão, posso perguntares uma coisa?

- Pois, sim; disse a mulher do falecido.


- Como veio a morrer nosso bom amigo Manoel?

- Estava a andar de moto, coitado, trágico, trágico.

- Mas Manoel era motoqueiro há muito?

- Não, não, era a primeira vez que andava de moto.

- E como aconteceu?

- Manoel viu uma placa em que estava escrito "CURVA PERIGOSA À DIREITA" e não teve dúvida, virou à esquerda.

Buchas, colchões, telexfrias e Nipponflex

Camarada chega na sua casa indicado por alguém lhe conhece e começa a falar das maravilhas de uma vida saudável e milionária.

Quem não ficar curioso que atire a primeira pratada de miojo no teclado.

Qual é o produto a ser comercializado?

Isso não é o mais importante, tem toda uma palestra antes e muita informação.


É como se cada informação elevasse ao quadrado o preço do produto final.

Em tempos de TelexFree, Boo-Box e afins, nem todo mundo entra facilmente nesse tipo de coisa, ou algo parecido como aqueles vendedores de livros que ninguém lê que com papo de baixar avião conseguem vender  produtos que a pessoa jamais compraria em uma situação normal.

Eles saem da sua casa com o lucro garantido e você fica com as prestações.

Mas custo-benefício é coisa relativa, é de cada um, o que deixa até difícil diferenciar se o que aconteceu foi a inocência do comprador ou a genialidade do vendedor.

Buchas, colchões, telexfrias e Nipponflex

Realmente alguns vendedores de porta-a-porta têm um poder de persuasão que em um certo momento fazem você pensar que não dá pra viver sem aquele produto.

Mas sempre dá.

Negócios inacreditáveis são fechados assim diariamente e o profissional da venda não pode desanimar com um não de vez em quando.

É admirável como ele transformam às vezes uma BUCHA num produto caro, raro, inédito, imperdível.

Aí você já fechou.

Aí é pagar.

E se for marketing multinível, daqueles que você compra um produto caro na esperança de vender 10 depois para sair do prejuízo você fica ainda mais preso aquilo, pois precisa convencer outros a comprar.

Mas é uma venda legal, como no caso do colchão, não há nada de errado.

Somente o tempero do palavreado e do convencimento  - e às vezes limão.

Vai um colchão de vinte mil aí?

Bola da vez, Vila Velha e o ano do LUCRO

O ano de 2015 (ou dois mil e crise, como queiram) deixou boa parte das pessoas sequeladas.

E famílias também.

Alguns sonhos foram abortados e acabou que fizemos poucos planos para 2016.

Na verdade, até viagens de final de ano foram revistas e tudo o que se queria era virar o ano RESPIRANDO.




Pois, bem sobrevivemos.

E 2016 está aí cheio de vida, cheio de feridas cicatrizados, mas vislumbramos algo como uma RENASCENÇA.

2016 é o ano do lucro.

Estamos na véspera de dia de REIS, quem pensava que chegaríamos aqui.

2016 está sendo o ano de reavaliarmos nossa vida, que ainda tem algum conforto, não estamos na era da pedra lascada.

Tivemos um susto, a natureza está se fazendo ver, principalmente aqui no Brasil tivemos episódios inacreditáveis, como a pedra que rolou matando gente em Vila Velha.

Mas entre mortos e feridos este mundo ainda está mais viável do que há alguns anos atrás.

Temos internet, temos Google, temos água, temos celular, temos amigos, temos fé.

Dá pra continuar apesar de "dois mil e crise".

E que venha "dois mil e diz ocês"

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